Tintas Guache, Nunca Mais!
O tempo passa passou
Quando a nuvem fica turva
Que uma dia vira noite
Onde o jovem morre na próxima curva
Não importa a Pintura de séculos atrás
Renascentista pós-barroquista, balzaquiana e presbiteriana
Ela não perde o brilho e nem a cor
E sim o dissabor
Daquele que amou
De quem foi enjaulado pelos seus medos
Decepções oneram a nossa alma
Chegam na encruzilhada
Dançando a meia-noite, a valsa
Seremos uma forte Barcaça
Rompendo o Mar
A nossa pintura do quadro da sala
Não desbota por causa a tinta
É feita do que temos de mais precioso
Que não se encontra em qualquer esquina
Um grande Amor.
Quando a nuvem fica turva
Que uma dia vira noite
Onde o jovem morre na próxima curva
Não importa a Pintura de séculos atrás
Renascentista pós-barroquista, balzaquiana e presbiteriana
Ela não perde o brilho e nem a cor
E sim o dissabor
Daquele que amou
De quem foi enjaulado pelos seus medos
Decepções oneram a nossa alma
Chegam na encruzilhada
Dançando a meia-noite, a valsa
Seremos uma forte Barcaça
Rompendo o Mar
A nossa pintura do quadro da sala
Não desbota por causa a tinta
É feita do que temos de mais precioso
Que não se encontra em qualquer esquina
Um grande Amor.
"Poema feito no momento que o amor encheu meu peito, igual o ar da montanha penetrante e novo, te amo Sara" (Manoel "Guto" Filho)

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